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21 março 2013


o Brasil produz 228,4 mil toneladas de lixo domiciliar por dia, segundo a última pesquisa nacional de saneamento Básico realizada Pelo instituto Brasileiro de geografia e estatística (ibge), em 2000. isso significa que, na época do levantamento, cada Brasileiro descartava, em média, 740 gramas de lixo diariamente. 
se a quantidade de lixo é preocupante, a destinação dada a ele é ainda mais. segundo a mesma Pesquisa, 47,1% do lixo domiciliar é encaminhado a aterros sanitários, 22,3% vai Para aterros controlados e 30,5% acaba em lixões. quando se fala na quantidade de municípios Brasileiros que contam com Boa estrutura de armazenamento de lixo, a situação fica ainda pior: 
mais da metade (63,6%) dos 5.507 municípios Brasileiros utilizam lixões, contra apenas 13,8% que Possuem aterros sanitários e 18,4% com aterros controlados. 

lixão
Utilizado por 63,6% dos municípios brasileiros, o lixão é a destinação menos recomendada. Nele, nem o solo nem o lixo recebem nenhum tipo de tratamento. 
Para o meio ambiente, os riscos do lixão não poderiam ser piores. A decomposição dos resíduos orgânicos produz o chorume, um líquido escuro, de cheiro muito forte e altamente poluente. Como o solo do lixão não é impermeabilizado, ele absorve o chorume, que por sua vez 
contamina os lençóis freáticos. E mais: a liberação de gases como metano e dióxido de carbono também provoca a poluição do ar. 
O lixão traz ainda prejuízos à saúde pública: além de ocupar espaço e 
produzir mau cheiro, a montanha de lixo contribui para a proliferação de vetores de doenças, como insetos e ratos.



Aterro sanitário
O aterro sanitário apresenta soluções provisórias aos problemas gerados pelo lixão. Nele, o lixo ocupa a menor área possível e é periodicamente coberto por terra. A base e as laterais do aterro são impermeabilizadas 
de modo que o solo não absorva o chorume - que é drenado e tratado. 
O aterro sanitário também conta com um sistema de drenagem dos gases, que são removidos e queimados. 
Ao contrário do lixão, que ocupa cada vez mais espaço, o aterro sanitário tem um limite para operar e, quando sua capacidade se esgota, ele é encerrado. Embora menos poluente que o lixão, também é antiecológico, uma vez que esgota os recursos da área onde é implantado.
Aterro controlado
Um meio-termo entre o lixão e o aterro sanitário, o chamado aterro controlado é um lixão remediado. Nele, os resíduos acumulados são cobertos por terra e, geralmente, recebem sistemas de captação do chorume e dos gases. 
Embora reduzida, a poluição do lençol freático ainda acontece no aterro controlado, uma vez que o chorume coletado é apenas levado para cima da pilha de lixo.

Incineração

Quando realizada de acordo com as normas, a incineração é uma boa opção para reduzir o volume de lixo armazenado. Os resíduos são queimados a temperaturas de 800 a 1.000ºC, e o resultado são gases e cinzas que reduzem em até 90% o volume inicial de lixo. A energia térmica gerada pela incineração pode ser utilizada na produção de energia elétrica, o que contribui para a redução do uso de recursos naturais. Já os resíduos sólidos (cinzas) podem ser encaminhados a aterros sanitários e, até mesmo, reciclados. 
No entanto, a incineração tem suas desvantagens: os filtros podem não reter todos os gases produzidos, o que polui o ar. Além disso, esse método tem um custo muito elevado, tornando-o praticamente inviável como solução para o lixo doméstico. Por isso, atualmente a incineração é mais utilizada no lixo hospitalar, que apresenta mais riscos à saúde pública. 

Pirólise
No processo químico chamado pirólise, o lixo é submetido a altas temperaturas em um ambiente com pouco ou nenhum oxigênio. O principal resultado é o bio-óleo - que serve como combustível para aquecimento e geração de energia elétrica -, além do alcatrão e alcoóis. Ou seja: além de ajudar na redução do volume de lixo, a pirólise também tem a vantagem de fornecer um combustível renovável e sustentável. Atualmente, a pirólise é tida como a melhor solução para a reciclagem de pneus 

compostagem

Tida como uma solução ecológica para o lixo doméstico orgânico, a compostagem reproduz, em larga escala, a reciclagem feita pela natureza. Nesse processo, a matéria orgânica é decomposta de 
maneira controlada e o resultado é um composto de húmus e nutrientes minerais, adubo ideal para a produção agrícola. 
Estima-se que cerca de 50% do lixo doméstico poderia ser destinado à compostagem, mas, segundo o IBGE, isso só acontece com 0,4%. As vantagens são claras: além de diminuir o volume de lixo poluente em lixões e aterros, também contribui para a redução do uso de fertilizantes industrializados. 

Reciclagem
A reciclagem processa materiais como plásticos, vidros, metais e papéis para transformá-los em novas matérias primas. De acordo com os últimos dados do IBGE, cada brasileiro produz cerca de 360 quilogramas de lixo com potencial de reciclagem por ano, mas apenas 11% desse total é de fato reciclado (consulte O panorama da reciclagem). 
No ciclo da reciclagem, a ação de cada cidadão é essencial. É em casa e em ambientes como a escola e o trabalho que esse ciclo começa, com a seleção do lixo para a coleta - que, por sua vez, pode ser realizada tanto pelas prefeituras como por cooperativas ou entidades da iniciativa privada. Após a coleta, o lixo passa pela triagem, em que cada tipo de material é separado, e em seguida é encaminhado para as usinas de reciclagem. Cada material recebe um tratamento diferente. 
A reciclagem é fundamental para a redução do volume de materiais de decomposição lenta em lixões e aterros e também contribui para a preservação ambiental ao diminuir a demanda da indústria por recursos naturais.



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